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Construct IN
Gestão de obras
Varejo
Construtoras
19 de dez. de 2025
Retrofits em áreas ativas: como restaurar e documentar sem paralisar a operação?
Retrofits em áreas ativas: como restaurar e documentar sem paralisar a operação?
O retrofit ganhou protagonismo na Construção Civil como uma alternativa para renovar edificações antigas, inserindo nelas inovação e tecnologia.
O retrofit ganhou protagonismo na Construção Civil como uma alternativa para renovar edificações antigas, inserindo nelas inovação e tecnologia.


Tales Silva
CEO & founder, Construct IN
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Quando o retrofit acontece em áreas que não podem ter suas operações interrompidas, o desafio técnico se intensifica.
Para que isso seja possível, documentação detalhada e estratégias de execução e acompanhamento de obras extremamente bem coordenadas se tornam indispensáveis.
E plataformas de captura da realidade, como o Visi by Construct IN, ajudam justamente a manter essa documentação visual e técnica organizada, acessível e conectada ao dia a dia da obra.
O desafio de intervir em estruturas já existentes
O retrofit nada mais é do que remodelar ou atualizar um edifício e seus sistemas, trazendo conceitos mais modernos e novas tecnologias. Na prática, ele costuma ser usado para valorizar o imóvel, adaptar o espaço para novos usos e operações ou aumentar a vida útil da construção.
Quando essa intervenção acontece em um prédio que continua funcionando ou que tem valor histórico, o nível de cuidado precisa ser bem maior e o processo acaba sendo mais complexo do que começar uma obra do zero.
É um trabalho técnico, que envolve estudar a viabilidade, desenvolver o projeto, levantar custos, atender às normas, conseguir aprovações e, depois, entregar o edifício pronto para uso na sua nova configuração.
Em áreas ativas ou em construções que precisam ser preservadas, como edificações tombadas, esse planejamento detalhado e a execução cuidadosa deixam de ser um diferencial e viram requisito básico para que tudo dê certo.
Com o crescimento e adensamento dos grandes centros urbanos, o retrofit ganhou ainda mais importância, justamente porque já não há tantos terrenos disponíveis para novos empreendimentos.
Atualizar edifícios antigos virou uma alternativa interessante para investidores e também uma forma de evitar demolições, reduzir a quantidade de resíduos gerados e tornar a construção mais sustentável.

Etapa 1: Documentação e avaliação estrutural aprofundada
A primeira etapa de um retrofit estrutural consiste em documentar rigorosamente as condições da edificação e avaliar sua estrutura.
Esse trabalho inicial revela vulnerabilidades, orienta decisões e define quais intervenções serão necessárias.
Em locais que permanecem em uso, o plano de investigação deve ser cuidadosamente planejado para que inspeções e ensaios interfiram o mínimo possível na rotina.
Essa avaliação envolve uma série de fases complementares:
Vistoria: análise do ambiente e observação do comportamento dos usuários;
Pesquisa documental: reunião de informações técnicas existentes, incluindo identificação e detalhes de projetos anteriores;
Entrevistas e questionários: extração de dados que não aparecem em documentos oficiais;
Medições físicas: levantamento cadastral que registra, de forma técnica, a condição atual da edificação;
Ensaios e investigações complementares: usados para detectar elementos ocultos e avaliar o desempenho de componentes estruturais;
O plano de investigação e a importância da equipe multidisciplinar
O retrofit pede um trabalho integrado, com vários profissionais atuando em conjunto, desde o diagnóstico inicial até a validação das condições de uso da estrutura.
O engenheiro estrutural tem um papel central nesse processo, participando da definição dos ensaios e das inspeções que precisam ser feitos.
Mesmo com todo o cuidado técnico, não dá para investigar toda a estrutura existente. Há limitações de acesso, interferências de outros sistemas e características dos próprios materiais.
Por isso, o que se busca é uma amostragem bem planejada, que ajude a reduzir ao máximo a chance de falhas.
Algumas das tarefas mais comuns são:
Detecção de armaduras por pacometria ou georadar;
Registro da geometria e das dimensões dos elementos estruturais;
Determinação da resistência do concreto por meio de extração de testemunhos;
Ensaios de ultrassom para verificar a integridade e a uniformidade do concreto;
Mapeamento de fissuras.
Quando o projeto estrutural original não existe ou está incompleto, essas inspeções ganham ainda mais peso, porque é diretamente em campo que se confirma o modelo estrutural, as dimensões reais dos elementos e as propriedades dos materiais envolvidos.
Documentação para preservação de patrimônio
Quando o retrofit envolve edifícios tombados ou de relevância histórica, algumas etapas específicas de documentação são obrigatórias para preservar sua identidade, como:
Levantamento cadastral: registro gráfico e técnico atualizado da edificação;
Relatório fotográfico de obra: documentação das características e particularidades do imóvel. Esse relatório, por exemplo, pode ser feito em poucos cliques pelo nosso software de gestão de obras Visi;
Diagnóstico de conservação: avaliação detalhada das condições gerais, patologias e desgastes;
Prospecção estratigráfica: determina as cores originais e acabamentos, orientando futuras restaurações.

Etapa 2: Execução do retrofit em um ambiente crítico
Executar um retrofit sem interromper uma operação ativa exige que cada passo seja pensado com muito cuidado.
A obra precisa seguir uma sequência construtiva bem planejada, contar com profissionais experientes no dia a dia do canteiro e adotar medidas de proteção que garantam segurança e estabilidade durante todo o processo.
2.1 Acompanhamento Técnico de Obra (ATO) e integração entre equipes
Um projeto de retrofit não se sustenta apenas nos desenhos. O acompanhamento ativo do engenheiro de estruturas e de especialistas em concreto ao longo da execução é indispensável para que as decisões sejam precisas e as intervenções aconteçam com segurança.
O ATO é o que:
Esclarece dúvidas técnicas que surgem no campo;
Revisa e ajusta documentos quando necessário;
Orienta a equipe durante as etapas mais delicadas;
Responde rapidamente a imprevistos, algo muito comum quando se trabalha com estruturas antigas.
Esse acompanhamento precisa começar no início da obra, especialmente nas fases de demolição, quando descobertas estruturais podem mudar o rumo das decisões de projeto.
Como a estrutura existente pode se comportar de forma diferente do que foi previsto, o construtor deve monitorar constantemente o comportamento do edifício e comunicar qualquer alteração observada.

2.2 Acompanhamento contínuo do retrofit com o Visi
Além do ATO, o acompanhamento do retrofit ganha outra camada de segurança e transparência quando é feito também por meio de registros visuais estruturados.
É aqui que o Visi, software de gestão de obras da Construct IN, se torna um aliado direto da engenharia, do planejamento e da gestão.
No nosso software de gestão de obras, a captura da realidade deixa de ser um arquivo que fica perdido em pastas e passa a apoiar a gestão da obra no dia a dia, dando mais clareza para acompanhar o executado, alinhar equipes e reduzir retrabalho.
Para complementar esse ecossistema, o Visi tem parceria com a RAISE, referência em escaneamento 3D e fotogrametria. Com isso, levantamentos como nuvem de pontos, muito úteis em retrofit, regularizações e as built, poderão ser visualizados dentro do Visi por meio dessa parceria, facilitando o acesso ao dado e a colaboração entre obra, engenharia e escritório.
O Visi ajuda no retrofit porque:
Registra o canteiro em imagens e drones 360°, criando uma linha do tempo visual que mostra exatamente como cada ambiente evolui;
Organiza evidências por data, pavimento, ambiente e etapa, facilitando o cruzamento com informações de projeto;
Possibilita a criação de relatórios, como Fotográficos, RDO’s, Não Conformidade, entre outros;
Reduz ruídos de comunicação entre engenharia, arquitetura, construtora, investidores e equipes externas;
Permite revisar condições prévias antes de intervir, o que é essencial quando se trabalha em estruturas antigas, frágeis ou parcialmente preservadas;
Gera histórico auditável, útil para rastrear decisões, comprovar conformidade e documentar descobertas estruturais inesperadas;
Apoia o ATO à distância, permitindo que engenheiros acompanhem o avanço mesmo quando não estão fisicamente no canteiro.
2.3 Estratégias de execução cuidadosamente controladas
Em edifícios que precisam manter partes específicas intactas, como fachadas históricas ou halls preservados, é fundamental aplicar técnicas que protejam esses elementos enquanto a obra avança.
Escoramento e proteção
O escoramento é essencial para garantir estabilidade e evitar deformações. Áreas sensíveis devem ser protegidas com materiais adequados, como compensado neutro, espumas e plásticos, evitando danos por impacto ou contato com líquidos.
Demolições e escavações controladas
Para reduzir vibrações e riscos:
Demolições devem ser feitas manualmente ou com equipamentos leves;
Marteletes só podem ser usados no solo, nunca nas lajes;
Escavações precisam acontecer em pequenos trechos, com inspeção constante e atenção total à entrada de água.
Sequência estrutural e integração com elementos existentes
A nova estrutura precisa se conectar corretamente às partes preservadas. A ordem das etapas de execução influencia diretamente a estabilidade do conjunto. Um caminho comum envolve:
Execução das fundações;
Montagem de colunas e pilares;
Recortes das lajes;
Concretagem de vigas e lajes;
Remoção manual das partes necessárias da estrutura antiga.
FAQ: As pessoas também perguntam
Qual a diferença entre reforma e retrofit?
Reforma é, em geral, consertar, ampliar ou renovar um imóvel para resolver problemas ou atualizar acabamentos.
Retrofit é uma intervenção mais estratégica, que moderniza sistemas (elétrico, hidráulico, ar-condicionado, fachadas, automação) mantendo a estrutura original e adequando o prédio a padrões atuais de desempenho, conforto e sustentabilidade.
Quais são os tipos de retrofit?
Costuma-se dividir em: retrofit arquitetônico (fachadas, layout, acessibilidade), funcional (novos usos e fluxos), tecnológico/instalações (elétrica, hidráulica, TI, climatização), de desempenho (acústica, térmica, eficiência energética) e de segurança (incêndio, saídas de emergência, sistemas de proteção).
Com o apoio do Visi, o Retrofit fica ainda mais fácil de acompanhar e documentar!
Se você quer dar esse passo com mais segurança, pode usar o Visi by Construct IN para documentar a obra em 360°, acompanhar o avanço de cada etapa remotamente e criar uma base de evidências visuais para todas as decisões ao longo do retrofit.
Quando o retrofit acontece em áreas que não podem ter suas operações interrompidas, o desafio técnico se intensifica.
Para que isso seja possível, documentação detalhada e estratégias de execução e acompanhamento de obras extremamente bem coordenadas se tornam indispensáveis.
E plataformas de captura da realidade, como o Visi by Construct IN, ajudam justamente a manter essa documentação visual e técnica organizada, acessível e conectada ao dia a dia da obra.
O desafio de intervir em estruturas já existentes
O retrofit nada mais é do que remodelar ou atualizar um edifício e seus sistemas, trazendo conceitos mais modernos e novas tecnologias. Na prática, ele costuma ser usado para valorizar o imóvel, adaptar o espaço para novos usos e operações ou aumentar a vida útil da construção.
Quando essa intervenção acontece em um prédio que continua funcionando ou que tem valor histórico, o nível de cuidado precisa ser bem maior e o processo acaba sendo mais complexo do que começar uma obra do zero.
É um trabalho técnico, que envolve estudar a viabilidade, desenvolver o projeto, levantar custos, atender às normas, conseguir aprovações e, depois, entregar o edifício pronto para uso na sua nova configuração.
Em áreas ativas ou em construções que precisam ser preservadas, como edificações tombadas, esse planejamento detalhado e a execução cuidadosa deixam de ser um diferencial e viram requisito básico para que tudo dê certo.
Com o crescimento e adensamento dos grandes centros urbanos, o retrofit ganhou ainda mais importância, justamente porque já não há tantos terrenos disponíveis para novos empreendimentos.
Atualizar edifícios antigos virou uma alternativa interessante para investidores e também uma forma de evitar demolições, reduzir a quantidade de resíduos gerados e tornar a construção mais sustentável.

Etapa 1: Documentação e avaliação estrutural aprofundada
A primeira etapa de um retrofit estrutural consiste em documentar rigorosamente as condições da edificação e avaliar sua estrutura.
Esse trabalho inicial revela vulnerabilidades, orienta decisões e define quais intervenções serão necessárias.
Em locais que permanecem em uso, o plano de investigação deve ser cuidadosamente planejado para que inspeções e ensaios interfiram o mínimo possível na rotina.
Essa avaliação envolve uma série de fases complementares:
Vistoria: análise do ambiente e observação do comportamento dos usuários;
Pesquisa documental: reunião de informações técnicas existentes, incluindo identificação e detalhes de projetos anteriores;
Entrevistas e questionários: extração de dados que não aparecem em documentos oficiais;
Medições físicas: levantamento cadastral que registra, de forma técnica, a condição atual da edificação;
Ensaios e investigações complementares: usados para detectar elementos ocultos e avaliar o desempenho de componentes estruturais;
O plano de investigação e a importância da equipe multidisciplinar
O retrofit pede um trabalho integrado, com vários profissionais atuando em conjunto, desde o diagnóstico inicial até a validação das condições de uso da estrutura.
O engenheiro estrutural tem um papel central nesse processo, participando da definição dos ensaios e das inspeções que precisam ser feitos.
Mesmo com todo o cuidado técnico, não dá para investigar toda a estrutura existente. Há limitações de acesso, interferências de outros sistemas e características dos próprios materiais.
Por isso, o que se busca é uma amostragem bem planejada, que ajude a reduzir ao máximo a chance de falhas.
Algumas das tarefas mais comuns são:
Detecção de armaduras por pacometria ou georadar;
Registro da geometria e das dimensões dos elementos estruturais;
Determinação da resistência do concreto por meio de extração de testemunhos;
Ensaios de ultrassom para verificar a integridade e a uniformidade do concreto;
Mapeamento de fissuras.
Quando o projeto estrutural original não existe ou está incompleto, essas inspeções ganham ainda mais peso, porque é diretamente em campo que se confirma o modelo estrutural, as dimensões reais dos elementos e as propriedades dos materiais envolvidos.
Documentação para preservação de patrimônio
Quando o retrofit envolve edifícios tombados ou de relevância histórica, algumas etapas específicas de documentação são obrigatórias para preservar sua identidade, como:
Levantamento cadastral: registro gráfico e técnico atualizado da edificação;
Relatório fotográfico de obra: documentação das características e particularidades do imóvel. Esse relatório, por exemplo, pode ser feito em poucos cliques pelo nosso software de gestão de obras Visi;
Diagnóstico de conservação: avaliação detalhada das condições gerais, patologias e desgastes;
Prospecção estratigráfica: determina as cores originais e acabamentos, orientando futuras restaurações.

Etapa 2: Execução do retrofit em um ambiente crítico
Executar um retrofit sem interromper uma operação ativa exige que cada passo seja pensado com muito cuidado.
A obra precisa seguir uma sequência construtiva bem planejada, contar com profissionais experientes no dia a dia do canteiro e adotar medidas de proteção que garantam segurança e estabilidade durante todo o processo.
2.1 Acompanhamento Técnico de Obra (ATO) e integração entre equipes
Um projeto de retrofit não se sustenta apenas nos desenhos. O acompanhamento ativo do engenheiro de estruturas e de especialistas em concreto ao longo da execução é indispensável para que as decisões sejam precisas e as intervenções aconteçam com segurança.
O ATO é o que:
Esclarece dúvidas técnicas que surgem no campo;
Revisa e ajusta documentos quando necessário;
Orienta a equipe durante as etapas mais delicadas;
Responde rapidamente a imprevistos, algo muito comum quando se trabalha com estruturas antigas.
Esse acompanhamento precisa começar no início da obra, especialmente nas fases de demolição, quando descobertas estruturais podem mudar o rumo das decisões de projeto.
Como a estrutura existente pode se comportar de forma diferente do que foi previsto, o construtor deve monitorar constantemente o comportamento do edifício e comunicar qualquer alteração observada.

2.2 Acompanhamento contínuo do retrofit com o Visi
Além do ATO, o acompanhamento do retrofit ganha outra camada de segurança e transparência quando é feito também por meio de registros visuais estruturados.
É aqui que o Visi, software de gestão de obras da Construct IN, se torna um aliado direto da engenharia, do planejamento e da gestão.
No nosso software de gestão de obras, a captura da realidade deixa de ser um arquivo que fica perdido em pastas e passa a apoiar a gestão da obra no dia a dia, dando mais clareza para acompanhar o executado, alinhar equipes e reduzir retrabalho.
Para complementar esse ecossistema, o Visi tem parceria com a RAISE, referência em escaneamento 3D e fotogrametria. Com isso, levantamentos como nuvem de pontos, muito úteis em retrofit, regularizações e as built, poderão ser visualizados dentro do Visi por meio dessa parceria, facilitando o acesso ao dado e a colaboração entre obra, engenharia e escritório.
O Visi ajuda no retrofit porque:
Registra o canteiro em imagens e drones 360°, criando uma linha do tempo visual que mostra exatamente como cada ambiente evolui;
Organiza evidências por data, pavimento, ambiente e etapa, facilitando o cruzamento com informações de projeto;
Possibilita a criação de relatórios, como Fotográficos, RDO’s, Não Conformidade, entre outros;
Reduz ruídos de comunicação entre engenharia, arquitetura, construtora, investidores e equipes externas;
Permite revisar condições prévias antes de intervir, o que é essencial quando se trabalha em estruturas antigas, frágeis ou parcialmente preservadas;
Gera histórico auditável, útil para rastrear decisões, comprovar conformidade e documentar descobertas estruturais inesperadas;
Apoia o ATO à distância, permitindo que engenheiros acompanhem o avanço mesmo quando não estão fisicamente no canteiro.
2.3 Estratégias de execução cuidadosamente controladas
Em edifícios que precisam manter partes específicas intactas, como fachadas históricas ou halls preservados, é fundamental aplicar técnicas que protejam esses elementos enquanto a obra avança.
Escoramento e proteção
O escoramento é essencial para garantir estabilidade e evitar deformações. Áreas sensíveis devem ser protegidas com materiais adequados, como compensado neutro, espumas e plásticos, evitando danos por impacto ou contato com líquidos.
Demolições e escavações controladas
Para reduzir vibrações e riscos:
Demolições devem ser feitas manualmente ou com equipamentos leves;
Marteletes só podem ser usados no solo, nunca nas lajes;
Escavações precisam acontecer em pequenos trechos, com inspeção constante e atenção total à entrada de água.
Sequência estrutural e integração com elementos existentes
A nova estrutura precisa se conectar corretamente às partes preservadas. A ordem das etapas de execução influencia diretamente a estabilidade do conjunto. Um caminho comum envolve:
Execução das fundações;
Montagem de colunas e pilares;
Recortes das lajes;
Concretagem de vigas e lajes;
Remoção manual das partes necessárias da estrutura antiga.
FAQ: As pessoas também perguntam
Qual a diferença entre reforma e retrofit?
Reforma é, em geral, consertar, ampliar ou renovar um imóvel para resolver problemas ou atualizar acabamentos.
Retrofit é uma intervenção mais estratégica, que moderniza sistemas (elétrico, hidráulico, ar-condicionado, fachadas, automação) mantendo a estrutura original e adequando o prédio a padrões atuais de desempenho, conforto e sustentabilidade.
Quais são os tipos de retrofit?
Costuma-se dividir em: retrofit arquitetônico (fachadas, layout, acessibilidade), funcional (novos usos e fluxos), tecnológico/instalações (elétrica, hidráulica, TI, climatização), de desempenho (acústica, térmica, eficiência energética) e de segurança (incêndio, saídas de emergência, sistemas de proteção).
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Sobre o autor


Tales Silva
CEO & founder, Construct IN
Tales Silva é Engenheiro Civil formado pela PUCRS (2016) e possui MBA Executivo com foco em marketing pela ESPM-Sul (2019). Tem experiência em projetos estruturais e em construções industrializadas. É fundador e CEO da Construct IN, construtech que oferece uma plataforma de gestão e documentação de obras por meio de imagens 360º.
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