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Construir EN
Gestión de obras
Constructoras
1 de out. de 2025
Construção de parcerias sólidas: como alinhar expectativas com os fornecedores?
Construção de parcerias sólidas: como alinhar expectativas com os fornecedores?
7 dicas para estreitar o relacionamento e criar laços estratégicos na gestão das tuas obras
7 dicas para estreitar o relacionamento e criar laços estratégicos na gestão das tuas obras


Tales Silva
CEO y fundador, Construct IN
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Imagem de capa: Freepik/EyeEm
Construir parcerias sólidas com os fornecedores ainda é um dos maiores desafios para os gestores de obras.
Muitas vezes, o que começa como uma simples negociação de materiais acaba se transformando em dor de cabeça.
Então, é muito comum ver profissionais de Engenharia Civil se queixarem de prazos descumpridos, materiais de qualidade duvidosa, custos inesperados e falta de alinhamento que comprometem todo o cronograma da obra.
Se isso também acontece nos teus projetos, leia o nosso post e saiba como fortalecer essa relação.

7 passos para ter uma boa construção de parceria sólida com fornecedores
Mais do que negociar preços, o que realmente gera valor é construir parcerias sólidas, baseadas em confiança e colaboração.
Esse tipo de relação transforma fornecedores em aliados estratégicos, capazes de contribuir para reduzir custos, manter a qualidade e trazer diferenciais competitivos ao mercado.
Para chegar a esse nível, é preciso adotar um processo estruturado, que vá além da compra pontual de materiais e crie um modelo sustentável de trabalho em conjunto.
É nesse caminho que entram os 7 passos que separamos abaixo:
Passo 1: alinhar a estratégia de suprimentos à estratégia competitiva
Esse alinhamento é fundamental porque é a estratégia competitiva que define quais necessidades do cliente precisam ser atendidas.
Quando essa conexão é bem-feita, a gestão de suprimentos deixa de ser apenas operacional e passa a ser um diferencial real de competitividade.
Na prática, isso significa trabalhar sobre quatro pilares:
• Custo: contar com fornecedores que ajudem a buscar alternativas mais econômicas, sem abrir mão da qualidade;
• Serviço/entrega: garantir prazos cumpridos e flexibilidade de quantidades, reduzindo a necessidade de estoques elevados;
• Qualidade: assegurar que materiais de qualidade resultem em obras de qualidade, com fornecedores participando desde a fase de projeto;
• Inovação: desenvolver novas soluções de forma colaborativa entre construtora e fornecedor.
Para que o esforço seja bem direcionado, é importante classificar os materiais e componentes de acordo com seu impacto financeiro e risco de fornecimento.
A Matriz de Kraljic é uma ferramenta útil nesse processo, pois ajuda a identificar quais produtos devem receber mais atenção. Ela funciona como um gráfico dividido em quatro partes (quadrantes). Para chegar lá, usamos dois critérios principais:
Impacto sobre o Resultado Financeiro (Eixo Y): avalia o quanto aquele material pesa no orçamento da obra. Entra aqui o custo direto do item, a porcentagem que ele representa no custo total do projeto e até custos indiretos ligados à sua compra.
Risco de Oferta (Eixo X): mostra a dificuldade de conseguir ou substituir esse material. Leva em conta quantos fornecedores existem, a estabilidade deles, se há alternativas disponíveis e o custo de trocar de fornecedor.

Matriz de Kraljic aplicada à Construção Civil
Quadrante | Características | Objetivo Principal | Estratégia de Relacionamento | Classe de Fornecedor | Exemplos na Construção Civil |
Produtos Estratégicos (Alto Impacto Financeiro / Alto Risco de Oferta) | Grande impacto no custo final e alta dificuldade de substituição. | Garantir disponibilidade de longo prazo e criar ganhos mútuos. | Desenvolvimento de parcerias estratégicas de longo prazo, gestão cautelosa e compras centralizadas. | Classe I – Parceiro. Fornecedor deve investir em pesquisa e desenvolvimento conjunto e participar desde o projeto. | Aço, concreto usinado, elevadores. Em residenciais de alto padrão: revestimentos cerâmicos de acabamento. |
Produtos de Alavancagem (Alto Impacto Financeiro / Baixo Risco de Oferta) | Grande peso no orçamento, mas ampla oferta de fornecedores. | Otimizar variáveis econômicas e fluxo de materiais. | Negociação focada em preço e poder contratual. Possível trabalhar com múltiplos fornecedores. | Classe II – Integrado. | Tubos e conexões em PVC, tintas, impermeabilizantes, portas de madeira. |
Produtos de Gargalo (Baixo Impacto Financeiro / Alto Risco de Oferta) | Baixo impacto no orçamento, mas falha de fornecimento pode parar a produção. | Assegurar fluxo de entrega e confiabilidade. | Foco no prazo e segurança do abastecimento. O custo não é o fator principal. | Classe II – Integrado ou Classe III – Comum. | Cimento, argamassas prontas, cal hidratada, areia. |
Produtos de Rotina (Baixo Impacto Financeiro / Baixo Risco de Oferta) | Pouco impacto financeiro e baixa restrição de oferta. | Garantir eficiência funcional e padronização. | Compras descentralizadas, sem grandes esforços de parceria. Fácil troca de fornecedor. | Classe III – Comum. | Rejuntes, arames, pregos. |
Passo 2: definir e qualificar fornecedores estratégicos
Uma vez definidos os produtos estratégicos, é hora de identificar os fornecedores com perfil para fazer a construção de parcerias sólidas. A qualificação deve ir além de preço e prazo, contemplando critérios como:
• Compromisso de longo prazo;
• Capacidade de investir em pesquisa e desenvolvimento junto à construtora;
• Coerência estratégica entre fornecedor e cliente;
• Capacidade de atendimento e flexibilidade operacional.
O fornecedor Classe I deve estar disposto a atuar desde a fase de projeto, compartilhar informações estratégicas e assumir um papel ativo no desenvolvimento da obra.
Passo 3: formalizar o relacionamento com confiança mútua
Quando uma construtora decide transformar um fornecedor em parceiro estratégico, a relação precisa estar registrada em um contrato bem estruturado.
Esse documento deve deixar claro pontos como: qualidade do material, quantidade a ser entregue, preços, prazos e condições de pagamento.
Mas não é só o papel que sustenta a parceria. O que realmente dá força ao relacionamento é a confiança construída no dia a dia, com ambas as partes cumprindo o que foi acordado.
Isso significa que pagar em dia, entregar no prazo e manter previsibilidade nas condições financeiras são atitudes que solidificam a relação.
Além disso, ao negociar, não basta olhar apenas para o preço unitário do produto. É preciso considerar os custos globais envolvidos em materiais com falhas, estoques parados, inspeções extras ou retrabalhos. Esses fatores escondidos também impactam diretamente o orçamento da obra.
Por fim, contratos que oferecem previsibilidade e flexibilidade (como prazos de pagamento mais ajustados ou descontos em compras maiores) fortalecem a confiança entre construtora e fornecedor, tornando a parceria mais eficiente e vantajosa para os dois lados.

Passo 4: integrar o fornecedor desde a fase de projeto e planejamento
O fornecedor parceiro não deve estar restrito à área de suprimentos; ele precisa participar de Projeto, Orçamento, Planejamento e Produção.
Essa integração permite identificar soluções construtivas mais eficientes, alinhar custos já no orçamento e garantir produtividade na obra.
Isso inclui entregas pontuais, fornecimento em lotes menores (quando acordado em modelo just-in-time) e até treinamento para equipes de execução.
Com isso, a construtora ganha foco em projeto, planejamento global e no cliente, enquanto o fornecedor assume maior responsabilidade em outras frentes.
Passo 5: manter canais de comunicação abertos e ágeis
O compartilhamento de riscos e oportunidades fortalece a relação: fornecedores precisam informar sobre variações de preço e gargalos logísticos, enquanto a construtora deve repassar feedbacks do cliente final.
Além disso, canais claros permitem resolver problemas de forma imediata, evitando impactos maiores no cronograma.
Passo 6: implementar um sistema de avaliação estratégica e feedback
Assinar contrato não significa encerrar a gestão. Monitorar o desempenho de fornecedores de forma constante é essencial.
Avaliações devem considerar capacidade tecnológica, alinhamento estratégico, custos globais e melhoria contínua.
Em relações de alta confiança, é possível substituir inspeções rigorosas por autocontrole do fornecedor, reduzindo a burocracia sem comprometer a qualidade.
O feedback construtivo fecha o ciclo, permitindo ajustes contínuos e reconhecendo tanto avanços quanto pontos de atenção.
Passo 7: utilizar a tecnologia para otimizar a gestão
Plataformas integradas permitem centralizar pedidos, acompanhar entregas em tempo real e avaliar performance de forma transparente.
Esses sistemas não apenas aumentam a eficiência, como também aproximam fornecedores e diferentes áreas da construtora (compras, financeiro e operacional) em um mesmo fluxo de informação.
Integrar o fornecedor desde o planejamento, com apoio de tecnologia, potencializa ganhos e reduz riscos.
Visi: as tuas obras bem monitoradas
Centralize as imagens 360°, relatórios e processos das tuas obras em um só lugar e garanta rastreabilidade total em cada etapa da evolução do canteiro.
O Visi, nosso software de gestão remota de obras, conecta plantas, datas, relatórios e checklists de forma inteligente, com apoio de IA, para reduzir custos, eliminar ruídos e fortalecer parcerias sólidas entre equipes e fornecedores.
Fale com um especialista e teste o Visi na prática.
Construir parcerias sólidas com os fornecedores ainda é um dos maiores desafios para os gestores de obras.
Muitas vezes, o que começa como uma simples negociação de materiais acaba se transformando em dor de cabeça.
Então, é muito comum ver profissionais de Engenharia Civil se queixarem de prazos descumpridos, materiais de qualidade duvidosa, custos inesperados e falta de alinhamento que comprometem todo o cronograma da obra.
Se isso também acontece nos teus projetos, leia o nosso post e saiba como fortalecer essa relação.

7 passos para ter uma boa construção de parceria sólida com fornecedores
Mais do que negociar preços, o que realmente gera valor é construir parcerias sólidas, baseadas em confiança e colaboração.
Esse tipo de relação transforma fornecedores em aliados estratégicos, capazes de contribuir para reduzir custos, manter a qualidade e trazer diferenciais competitivos ao mercado.
Para chegar a esse nível, é preciso adotar um processo estruturado, que vá além da compra pontual de materiais e crie um modelo sustentável de trabalho em conjunto.
É nesse caminho que entram os 7 passos que separamos abaixo:
Passo 1: alinhar a estratégia de suprimentos à estratégia competitiva
Esse alinhamento é fundamental porque é a estratégia competitiva que define quais necessidades do cliente precisam ser atendidas.
Quando essa conexão é bem-feita, a gestão de suprimentos deixa de ser apenas operacional e passa a ser um diferencial real de competitividade.
Na prática, isso significa trabalhar sobre quatro pilares:
• Custo: contar com fornecedores que ajudem a buscar alternativas mais econômicas, sem abrir mão da qualidade;
• Serviço/entrega: garantir prazos cumpridos e flexibilidade de quantidades, reduzindo a necessidade de estoques elevados;
• Qualidade: assegurar que materiais de qualidade resultem em obras de qualidade, com fornecedores participando desde a fase de projeto;
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Para que o esforço seja bem direcionado, é importante classificar os materiais e componentes de acordo com seu impacto financeiro e risco de fornecimento.
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Risco de Oferta (Eixo X): mostra a dificuldade de conseguir ou substituir esse material. Leva em conta quantos fornecedores existem, a estabilidade deles, se há alternativas disponíveis e o custo de trocar de fornecedor.

Matriz de Kraljic aplicada à Construção Civil
Quadrante | Características | Objetivo Principal | Estratégia de Relacionamento | Classe de Fornecedor | Exemplos na Construção Civil |
Produtos Estratégicos (Alto Impacto Financeiro / Alto Risco de Oferta) | Grande impacto no custo final e alta dificuldade de substituição. | Garantir disponibilidade de longo prazo e criar ganhos mútuos. | Desenvolvimento de parcerias estratégicas de longo prazo, gestão cautelosa e compras centralizadas. | Classe I – Parceiro. Fornecedor deve investir em pesquisa e desenvolvimento conjunto e participar desde o projeto. | Aço, concreto usinado, elevadores. Em residenciais de alto padrão: revestimentos cerâmicos de acabamento. |
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Passo 2: definir e qualificar fornecedores estratégicos
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• Compromisso de longo prazo;
• Capacidade de investir em pesquisa e desenvolvimento junto à construtora;
• Coerência estratégica entre fornecedor e cliente;
• Capacidade de atendimento e flexibilidade operacional.
O fornecedor Classe I deve estar disposto a atuar desde a fase de projeto, compartilhar informações estratégicas e assumir um papel ativo no desenvolvimento da obra.
Passo 3: formalizar o relacionamento com confiança mútua
Quando uma construtora decide transformar um fornecedor em parceiro estratégico, a relação precisa estar registrada em um contrato bem estruturado.
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Mas não é só o papel que sustenta a parceria. O que realmente dá força ao relacionamento é a confiança construída no dia a dia, com ambas as partes cumprindo o que foi acordado.
Isso significa que pagar em dia, entregar no prazo e manter previsibilidade nas condições financeiras são atitudes que solidificam a relação.
Além disso, ao negociar, não basta olhar apenas para o preço unitário do produto. É preciso considerar os custos globais envolvidos em materiais com falhas, estoques parados, inspeções extras ou retrabalhos. Esses fatores escondidos também impactam diretamente o orçamento da obra.
Por fim, contratos que oferecem previsibilidade e flexibilidade (como prazos de pagamento mais ajustados ou descontos em compras maiores) fortalecem a confiança entre construtora e fornecedor, tornando a parceria mais eficiente e vantajosa para os dois lados.

Passo 4: integrar o fornecedor desde a fase de projeto e planejamento
O fornecedor parceiro não deve estar restrito à área de suprimentos; ele precisa participar de Projeto, Orçamento, Planejamento e Produção.
Essa integração permite identificar soluções construtivas mais eficientes, alinhar custos já no orçamento e garantir produtividade na obra.
Isso inclui entregas pontuais, fornecimento em lotes menores (quando acordado em modelo just-in-time) e até treinamento para equipes de execução.
Com isso, a construtora ganha foco em projeto, planejamento global e no cliente, enquanto o fornecedor assume maior responsabilidade em outras frentes.
Passo 5: manter canais de comunicação abertos e ágeis
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Além disso, canais claros permitem resolver problemas de forma imediata, evitando impactos maiores no cronograma.
Passo 6: implementar um sistema de avaliação estratégica e feedback
Assinar contrato não significa encerrar a gestão. Monitorar o desempenho de fornecedores de forma constante é essencial.
Avaliações devem considerar capacidade tecnológica, alinhamento estratégico, custos globais e melhoria contínua.
Em relações de alta confiança, é possível substituir inspeções rigorosas por autocontrole do fornecedor, reduzindo a burocracia sem comprometer a qualidade.
O feedback construtivo fecha o ciclo, permitindo ajustes contínuos e reconhecendo tanto avanços quanto pontos de atenção.
Passo 7: utilizar a tecnologia para otimizar a gestão
Plataformas integradas permitem centralizar pedidos, acompanhar entregas em tempo real e avaliar performance de forma transparente.
Esses sistemas não apenas aumentam a eficiência, como também aproximam fornecedores e diferentes áreas da construtora (compras, financeiro e operacional) em um mesmo fluxo de informação.
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Imagem de capa: Freepik/EyeEm
Sobre el autor


Tales Silva
CEO y fundador, Construct IN
Tales Silva es Ingeniero Civil formado por la PUCRS (2016) y tiene un MBA Ejecutivo con enfoque en marketing por la ESPM-Sul (2019). Tiene experiencia en proyectos estructurales y en construcciones industrializadas. Es fundador y CEO de Construct IN, una construtech que ofrece una plataforma de gestión y documentación de obras a través de imágenes 360º.
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